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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

São Rosas Senhor... Capítulo V

O gabinete de apoio à presidência da Câmara, em nota de imprensa, considerava que “não passam de puras e inconscientes ficções” as afirmações da Juventude Monárquica que referem a intenção de instalar um centro comercial no Campo da Vinha.

Dizia a mesma nota de imprensa, que a ideia de instalar aquele centro comercial “só existe na mente dos autores do comunicado, pois que nunca passou pela cabeça dos responsáveis municipais a sua instalação”.

Um Centro Comercial??? ...Naaaaão, ... são rosas senhor...

Dezassete anos depois…

A história escreve-se com factos. A verdade relata-se com evidências.

Dos factos, apesar da C.M.B. querer atirar areia para os olhos dos munícipes bracarenses, a verdade contada pelo Eng.º Mesquita Machado, respondida por este numa nota de imprensa da própria Câmara, não passou de uma grande mentira.

Das evidências é que o aludido centro comercial foi construído. O edifício comercial de grande porte, hoje conhecido como o “mamarracho”, bem como um correr de lojas comerciais, uma das quais envolvida em grande polémica, que diziam que não iam ser edificados, os mesmos foram construídos.

Dezassete anos depois… a verdade e os factos terão que ser contados.

É urgente pensar em reformar estes políticos, e substitui-los por políticos mais jovens, preparados e interessados no bem-estar e qualidade de vida do nosso concelho.

Estes já deram o que tinham a dar, e sem olvidar o bom e o mau que lhes devemos, será fundamental proporcionar-lhes uma retirada estratégica com alguma compaixão pela ineficiência e indecoro demonstrado.

Vieram com o argumento do que se estava a construir não era um centro comercial.

Naaaaaaaaaão, não é um centro comercial.

São rosas senhor…

terça-feira, 4 de agosto de 2009

São Rosas Senhor... Capítulo IV

Jornal "Correio do Minho"

O gabinete de apoio à presidência da Câmara, em nota de imprensa, considerava que “não passam de puras e inconscientes ficções” as afirmações da Juventude Monárquica que referem a intenção de instalar um centro comercial no Campo da Vinha.

Dizia a mesma nota de imprensa, que a ideia de instalar aquele centro comercial “só existe na mente dos autores do comunicado, pois que nunca passou pela cabeça dos responsáveis municipais a sua instalação”.

A Câmara Municipal de Braga acusava assim os jovens monárquicos de Braga de “inventar factos para ter oportunidade de acesso aos órgãos de comunicação social”.

São rosas senhor…

Um Centro Comercial?... Naaão,... são rosas senhor.

... São rosas senhor...

A Saga do Campo da Vinha continua...
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quarta-feira, 29 de julho de 2009

São Rosas Senhor… Capítulo III

Jornal "Correio do Minho"

A Saga do Campo da Vinha continua…

A Juventude Monárquica de Braga (J.M.B.) estava contra qualquer projecto que retirasse à Praça Conde de Agrolongo a circunstância de ser “o maior espaço livre” desta cidade.

Os jovens monárquicos afirmavam que a Câmara Municipal de Braga tinha ainda tempo de “reconsiderar esta infeliz opção, preservando um imponente espaço que dificilmente será encontrado em cidades de província”.

“É óbvio que à Juventude Monárquica não lhes interessa se é verdade ou má língua dos detractores do Presidente da Câmara, que tal opção é ditada pela urgente necessidade da C.M.B. em criar espaços de negócios”.

Sublinhavam ainda que “o que preocupa os jovens monárquicos é que existe o projecto ameaçador daquele nobre espaço e que urge evitar a sua concretização”.

“Por muito que se queira iludir o munícipe, é absolutamente inegável que qualquer construção que nesse belo espaço se implante, irá parcial ou totalmente retirar a perspectiva para o conjunto harmónico daquele espaço”, acrescentavam ainda os jovens monárquicos.

terça-feira, 28 de julho de 2009

São Rosas Senhor… Capítulo II


Jornal "Diário do Minho"

Já em 1992 que a Juventude Monárquica de Braga (J.M.B.) se insurgia sobre a aludida construção.

Para os jovens monárquicos, diziam não ser sua a preocupação se tal instalação deriva da “urgente necessidade da Câmara Municipal de Braga em criar espaços de negócios”, mas sim a concretização de “um projecto ameaçador daquele nobre espaço”.

“Por muito que se queira iludir o munícipe, é absolutamente inegável que qualquer construção que nesse belo espaço se implante, irá parcial ou totalmente retirar a perspectiva para o conjunto harmónico daquele espaço” acrescentavam os jovens monárquicos.

“O magnífico convento do Pópulo, o grandioso edifício do Lar Conde de Agrolongo, o conjunto de casas de habitação com arquitectura característica de uma época, serão forçosamente prejudicados no enquadramento e na sua perspectiva” observavam ainda os jovens monárquicos.

Aproveitando a comparação, acrescentavam ainda os jovens monárquicos que “um centro comercial neste local terá tanto futuro como o inútil Mercado Municipal do Carandá que a Câmara Municipal do Sr. Eng. Mesquita Machado edificou”.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

São Rosas Senhor… Capítulo I

Foto de José Santos Silva

O líder da Coligação “Juntos por Braga” Dr. Ricardo Rio, veio recentemente a público reafirmar a sua vontade de, quando for eleito, requalificar as grandes praças da cidade de Braga, mormente a Praça Conde de Agrolongo, vulgarmente conhecida como Campo da Vinha.

Para isso, segundo Ricardo Rio, será aberto um concurso de ideias para a requalificação do mesmo espaço. O objectivo será devolver a dignidade e a amplitude que esta praça em tempos teve nem que para isso seja necessário intervir na demolição do edifício conhecido como “Mamarracho”.

Numa altura em que por todo o lado existe um maior cuidado ambiental, em que se constroem cada vez mais jardins e se plantam mais árvores, este espaço foi invadido por um edifício comercial de grande porte e um correr de lojas comerciais que desvirtuaram completamente esta praça com mais de 500 anos de história.

http://bracara2009.blogspot.com/2009/07/devolver-dignidade-ao-campo-da-vinha.html